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13/01/2017

A hemorragia cerebral espontânea, também chamada de hematoma intracraniano não traumático, é a ocorrência de sangramentos intracranianos gerando coágulos sanguíneos não decorrentes de traumatismo craniano. São importantes causas de morbidade e mortalidade, especialmente em pacientes idosos.

Hematomas espontâneos geralmente estão associados à fragilidade vascular e a fatores de risco, entre os quais se destacam hipertensão arterial, tabagismo, dislipidemias e uso de medicamentos antiagregantes e/ou anticoagulantes. Os sangramentos podem ocorrer em qualquer lugar do cérebro, tendo preferência por regiões profundas, como núcleos da base e cerebelo, podendo causar desde sintomas discretos até déficits neurológicos graves e coma.

O tratamento depende da causa do sangramento, localização, sintomas e volume e pode ser realizado por meio de implantação de cateter de drenagem, drenagem endoscópica, drenagem por cirurgia aberta, entre outros.

A hemorragia subaracnoidea (HSA) implica a presença de sangue dentro do espaço subaracnóide decorrente da ruptura espontânea de uma artéria ou veia intracraniana. A causa mais comum de HSA é o sangramento de um aneurisma ou uma Malformação Artério Venosa (MAV) cerebral. (Tabela 1.)

Estima-se de 2-5% da população mundial seja portadora de aneurismas, e que o risco de ruptura destes seja de 1 a 2% ao ano. Nos Estados Unidos a incidência anual de hemorragia subaracnóide aneurismática é 6-25 casos por 100.000. Mais de 27.000 americanos sofrem ruptura de aneurisma intracraniano cada ano, dados provavelmente subestimados, demonstram o grande número de pacientes vitimas de morte súbita que não são confirmados por autopsia.

A incidência de hemorragia subaracnóide aneurismática é maior em mulheres que em homens. Sendo mais frequentes em pacientes de raça do que nos brancos (2,1:1). A média de idade dos hemorragia subaracnóide é de 50 anos. Os principais fatores de risco s...

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