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Doença Ateromatosa Cerebrovascular

19/12/2016

 

Assim como as artérias coronárias no coração sofrem com o desgaste e depósito de placas de gordura e cálcio (placas de aterma), as artérias intracranianas e cervicais, como as carótidas, vertebrais e a artéria basilar também podem sofrer depósitos de ateroma em suas paredes, causando estreitamento progressivo dos principais nutridores do cérebro e prejudicando o fornecimento de oxigênio e glicose.

 

Quando a doença ateromatosa está em fase inicial, pode ser assintomática. No entanto, quanto maior o estreitamento dos vasos sanguíneos, menos eficiente se torna a irrigação cerebral, com possibilidade de ocorrência de acidentes vasculares isquêmicos (isquemias) pela insuficiência do vaso sanguíneo manter a demanda metabólica do encéfalo. Além de que as placas de ateroma podem se soltar e obstruir outros vasos, causando igualmente isquemias.

 

O tratamento da doença ateromatosa cervical e craniana necessita de equipe multidisciplinar, envolvendo, por muitas vezes, cardiologista, neurologista, neurocirurgião, cirurgião vascular e tratamento endovascular intervencionista.

 

A depender dos sintomas e condição clínica do doente, o tratamento clínico com medicações como antiagregantes pode ser suficiente. Em outros casos, é necessário discutir remoção cirúrgica das placas de ateroma ou tratá-las por via endovascular.

 

 

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